Por Redação
5 de março de 2026PIB apresentou crescimento de 2,3% em 2025
Em valores, foi totalizado R$ 12,7 trilhões no ano
Em 2025, o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 2,3% frente a 2024. Ao se analisar o desemprenho dos setores de forma individual, a Agropecuária cresceu (11,7%), os Serviços (1,8%) e a Indústria (1,4%). Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 12,7 trilhões em 2025. Já o PIB per capita chegou a R$ 59.687,49, com avanço real de 1,9% frente ao ano anterior.
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A taxa de investimento em 2025 foi de 16,8% do PIB, contra 16,9% em 2024. A taxa de poupança, por sua vez, ficou em 14,4% em 2025, ante 14,1% em 2024. Frente ao terceiro trimestre de 2025, na série com ajuste sazonal, o PIB variou 0,1%. Houve altas nos Serviços (0,8%) e na Agropecuária (0,5%), enquanto a Indústria recuou 0,7%.
Em relação ao 4T24, o PIB avançou 1,8%. Houve crescimento na Agropecuária (12,1%), na Indústria (0,6%) e nos Serviços (2,0%).
PIB cresceu 2,3% em 2025
O PIB em 2025 cresceu 2,3% frente ao ano anterior. Com isso, o PIB per capita alcançou R$ 59.687,49, com avanço real de 1,9% frente ao ano anterior. O PIB resultou do aumento de 2,4% do Valor Adicionado a preços básicos e de 1,7% no volume dos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. O resultado do Valor Adicionado nesta comparação refletiu os desempenhos da Agropecuária (11,7%), da Indústria (1,4%) e dos Serviços (1,8%).
Na Indústria, o destaque positivo foram as Indústrias Extrativas (8,6%) devido ao crescimento da extração de petróleo e gás. Já as Indústrias de Transformação registraram variação negativa (-0,2%), principalmente, pela queda na fabricação de coque e derivados do petróleo; produtos de metal e bebidas.
O Consumo das Famílias cresceu 1,3% em relação ao ano anterior puxada pela melhora no mercado de trabalho, pelo aumento do crédito e pelos programas governamentais de transferência de renda. Entretanto, esta taxa representa uma desaceleração em relação ao crescimento de 2024 (5,1%) devido, principalmente, aos efeitos adversos da política monetária contracionista. O Consumo do Governo, por sua vez, cresceu 2,1%.
No setor externo, houve altas tanto nas Exportações de Bens e Serviços (6,2%) quanto nas Importações de Bens e Serviços (4,5%). Na pauta de exportações, os destaques foram: extração de petróleo; veículos automotores; agropecuária. Nas importações, destacam-se: outros equipamentos de transportes; máquinas e equipamentos; produtos químicos.
