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Varejo
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Por Redação
22 de outubro de 2026

Grupo Muffato investe R$ 10 milhões na inauguração de loja autônoma em Curitiba (PR)

A novidade reforça o conceito de empresa omnichannel 360 integrando os canais de venda físico, digital e autônomo

O Grupo Muffato, inaugurou nesta semana no Centro Cívico, em Curitiba (PR), a nova unidade da bandeira MGO com investimento de R$ 10 milhões, a nova geração de loja autônoma, elevando o nível de autonomia do cliente, no ato da compra e na forma de pagamento.

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A unidade agiliza a entrada na loja e o checkout e eleva a autonomia do cliente no ato da compra e do pagamento: que pode ser por aplicativo ou no totem de pagamento com pix, cartão de crédito e débito.

Segundo o diretor do Grupo Muffato, Ederson Muffato, a nova geração da MGO reforça o pioneirismo do Grupo na implantação de tecnologia como soluções para aprimorar o varejo. “Nós temos essa característica de inovar e de ousar para construir um varejo cada vez mais eficiente. E a nova geração da MGO chega para isso, através da tecnologia elevar a experiência de compras ", relata.

Para gerenciar a novidade, a infraestrutura de hardware recebeu um upgrade de capacidade. Agora, ela conta com uma malha inteligente de mais de 850 câmeras com resolução 4K e mais de 800 prateleiras sensorizadas e controladas por mais de 70 bridges (controladores das prateleiras e sensores), ampliando a densidade de captura de dados e acelerando a velocidade de processamento de imagens e algoritmos de deep learning e redes neurais.

Uma das inovações dessa nova geração está na capacidade do sistema de processar itens pesados de forma invisível, com sensores de balança integrados a IA, possibilitando a ampliação do setor FLV (frutas, legumes e verduras) e a inclusão da Padaria como um novo setor.

Vasco Portugal, CEO e cofundador da Sensei, conclui: "A Muffato Go mostra o que a IA já consegue fazer numa loja física. Os nossos modelos reconhecem cada produto e cada interação, e a equipe recebe a tarefa certa no momento certo. Mas o mais importante é o que fica para o varejista: dados próprios transformados em inteligência para o negócio inteiro”

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