Vendas em baixa provocam recorde no estoque de milho

Vendas em baixa provocam recorde no estoque de milho

O mercado de milho começou fevereiro com estoques em volume recorde e ritmo de comercialização abaixo do esperado. Segundo colaboradores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea, Piracicaba/SP), produtores e vendedores, principalmente do Centro-Oeste, estão priorizando as vendas de soja.

A maior oferta de cereal proveniente do inicio da colheita de verão do Sudeste e do Sul do país pressiona ou impede uma reação mais expressiva nos preços. Contudo, parte dos agentes tem expectativa de que os valores do cereal possam se recuperar, fundamentados nas incertezas quanto à segunda safra. Aliás, algumas empresas têm armazenado o milho da última safra para negociar a oleaginosa da atual temporada.

No final do mês passado, o Indicador Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq, Piracicaba/SP)/BM&FBovespa (São Caetano do Sul/SP) fechou a R$ 32,77/saca de 60 kg, queda de 2,96% no acumulado do mês. Entre 26 de janeiro e 2 de fevereiro o Indicador encerrou a R$ 33,20/sc no dia, registrando crescimento de 1,9%.

O Impulso dos últimos dias está atrelado, sobretudo, à necessidade de compradores de adquirir o cereal e à retração vendedora, que, devido as chuvas e dificuldades relacionadas à colheita, ainda limitam os negócios a lotes pequenos e pontuais. As informações são do portal Feed&Food.

créditos/foto: Feed&Food.


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