Operação no açougue

Operação no açougue

ROGÉRIO GATTI
Editor

Amigo leitor,

O açougue é uma das áreas mais importantes do supermercado e pode garantir uma parte relevante do faturamento da loja. Operar a seção de forma eficiente, reduzindo as perdas e oferecendo ao consumidor um bom atendimento, produtos e serviços alinhados com as expectativas dele, é o norte que os supermercados buscam.

Nesse caminho de tornar essa seção cada vez mais rentável, surge a pergunta: qual a melhor forma de trabalhar, caixaria ou desossa? A resposta é muito simples: depende, porque ambos os métodos têm suas vantagens e desvantagens. Antes, deve ser respondida outra pergunta: qual dessas estratégias possibilita à operação ser lucrativa, oferecendo preço condizente com o perfil da minha loja e os cortes e o serviço que meu público consome?

É possível notar nos dias de hoje, contudo, uma tendência à caixaria, com maior comprometimento dos fornecedores em relação à origem da carne, aos prazos e à qualidade. Por outro lado, existem lojas que já se consolidaram pela operação do seu açougue com desossa. Muitos deles recebem as partes dianteira e traseira do boi diariamente do abatedouro ou frigorífico, e o cliente percebe valor nesse frescor e no atendimento, que oferece a possibilidade de cortes praticamente personalizados.

Enfim, os dois formatos podem render bons resultados para sua loja, desde que os pontos de atenção sejam vigiados de perto e as vantagens exploradas ao máximo. O importante é ter uma operação em que você consiga estabelecer metas, medir e gerenciar, para conseguir oferecer ao cliente da sua loja a carne na combinação exata de preço, serviço e qualidade que ele procura.

Boa leitura e ótimos negócios.


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