Empoderamento da diversidade

Empoderamento da diversidade

O primeiro dia de palestras do Painel “Capital Humano” trouxe como tema “Empoderamento da Diversidade: Como
trabalhar as gerações, gêneros e as etnias”. Com moderação de Aldo Bergamasco, o palco foi composto apenas por mulheres que contaram um pouco sobre a importância da diversidade e quais os benefícios para as empresas.DSC_7553 (1)

Carolina Mazziero, diretora da área de desenvolvimento organizacional da Unilever, contou sobre a diversidade como DNA da empresa para entregar valores e o impacto positivo social, além de agregar ao quadro da empresa os melhores talentos, sem preconceitos de cor e gênero.

Laura Pires, diretora de Sustentabilidade da GPA, ressaltou os dois eixos de atuação do Grupo: lutar contra a discriminação e promover efetivamente a diversidade. Entre as iniciativas da Carta de Compromisso assinada em 2014 pelo Grupo estão o olhar direcionado para cinco públicos:  inclusão de pessoas com deficiência, a equidade de gêneros e mulheres em cargos de liderança, a diversidade racial e etária.

Ana Malvestio, líder de diversidade da PWC, destacou a missão da empresa de ser um lugar onde as pessoas possam ser elas mesmas, que quando reúnem suas diferentes histórias de vida e perspectivas agregam
valor para os clientes e a sociedade.

Cleide Oliveira, diretora sênior de Recursos Humanos da Walmart Brasil, mostrou um pouco do projeto “+Mulher 360” que contribui para o empoderamento econômico da mulher brasileira em uma visão 360 graus, por meio do fomento, da sistematização e da difusão de avanços nas políticas e nas práticas empresariais e do engajamento da comunidade empresarial brasileira e da sociedade em geral.

Patricia Feliciano, diretora executiva da Accenture, mostrou como as empresas podem abraçar a diversidade e se tornarem mais competentes na inclusão para aumentar a fidelidade do cliente. Segundo pesquisa da empresa, é importante que as mulheres empreendedoras apostem no contexto e na inclusão digital para acelerar a carreira, fazer negócios, gerar empregos e, sobretudo, diminuir “gap salarial” em relação aos homens.

Carolina Ignarra, sócia e consultora de inclusão da Telento Incluir, explicou como a neurociência atua diretamente na dor da exclusão social, preconceitos e estereótipos e como a área do cérebro pode ser afetada


menu
menu