Como 2016 começou na casa dos consumidores e nas lojas?

Shopper Insights
Edição Maio de 2016 (informações até março de 2016)

Sabemos que 2015 foi um ano de retração e novas escolhas para os consumidores, que tiveram que abrir mão de alguns hábitos e marcas para conseguir manter parte de seu padrão de compras.
2016 começou com expectativas e um cenário tão incerto quanto o final do ano anterior. As Cestas Nielsen retraíram 3,8% em volume no último período (Retail Index DJF.16*) e 57% das marcas já apresentam queda de volume, assim como marcas de alto preço.
*DJF 2016 – dezembro, janeiro e fevereiro.
Nos lares, nota-se que as famílias mantiveram sua racionalização e, na busca por alternativas de compra, alguns destaques e oportunidades:

As missões de compra são cada vez mais importantes para atender as necessidades dos consumidores

A tendência de aumento de compra de Abastecimento continua cada vez maior, assim como o início do mês. Atualmente, as compras do mês representam 43% do faturamento do Autosserviços mais Cash & Carry (crescimento de 4 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado).
Porém, com a necessidade de eventuais reposições ao longo do mês, abre-se espaço para a Reposição por Oportunidade. Essa compra, que tem características de uma reposição regular, porém com preço mais baixo, já representa quase 27% do faturamento e cresce tanto em canais grandes (Hipermercados, Cash & Carry e Autosserviço Regionais) quanto em canais menores, como Vizinhança e Tradicional.

Canais especializados ganham espaço no momento de reposição

O Abastecimento continua sendo feito principalmente no Cash & Carry e Supermercados, entretanto, com a busca pelo melhor preço ou promoção e o aumento da Reposição por Oportunidade, canais especializados conseguem atrair novos lares. Farmácias e Hortifruti são os canais que mais se destacam nesse cenário. Farmácias atraíram 860 mil novos compradores e Hortifruti (com destaque para categorias como Suco Pronto e Biscoitos) atraiu 1,4 milhão de novos lares no último ano.

Quantidade de itens comprados por viagem começa a se estabilizar em todos os canais

Até meados de 2015, os lares reduziam o número de visitas ao ponto de venda, mas compravam mais itens a cada viagem. Aos poucos as famílias foram encontrando seu limite e esse ano vemos a frequência e o número de itens comprados se estabilizando em todos os canais. O Cash & Carry ainda consegue manter crescimento, mas em patamares muito menores comparado aos últimos anos (aumento de 1 viagem e 3% no número de itens comprados).
Para o Hiper a realidade é um pouco diferente: com o canal aumentando sua importância em compras de reposição, nota-se uma redução de 6,8% nos itens comprados por viagem.

O cenário continua mudando e as viagens de compra estão cada vez mais valiosas! Portanto, conhecer seu consumidor e sua forma de comprar pode ser decisivo para aproveitar melhor esse momento tão importante.

Para mais informações, entre em contato com Aurélia Vicente:

Aurelia.Vicente@nielsen.com

Consumer Panel Services, Manager for Retailers


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